Nada como um dia após o outro.

Nada como aprender com as experiências.

Nada como crescer.

Muitas vezes me pego refletindo

Tenho verdadeiramente crescido?

Aprendi com os erros?

Evoluí como um indivíduo?

Se levanto estas questões, não estou satisfeito.

A busca incessante.

A necessidade de se mover.

Passos em busca do possível “melhor”.

Mas esta busca sem fim.

Cria um vazio.

A felicidade se encontra apenas quando o “melhor” é alcançado.

Mas qual é o limite?

Qual “melhor” é suficiente?

A questão filosófica que perdura até os dias atuais.

Como encontrar o equilíbrio entre o que se tem e o que pode se ter?

Talvez um dia, eu encontre essa resposta.