O constante desejo de cometer erros.
Questões já solucionadas.
Novos problemas.
Falhas que juramos jamais cometer novamente.
Mas existe algo reconfortante nisso.
Uma sensação de se sentir em casa.
Um velho amigo, inimigo, que se conhece desde o início.
Um erro que destruiu a sua vida.
Um momento de dor, de tristeza.
Em algum ponto, se torna confortável.
O que claramente foi ruim.
Se torna uma lembrança cheia de sentimentos confusos.
Quanto mais antigas são as memórias.
Maior a chance de visitá-las.
O ruim se torna comum.
Confortável.
Impedido de enxergar acima da maré.
Afogando-se no turbilhão comum.
Vivendo, confuso.