Talvez devêssemos falhar com mais frequência.
Não que falhar já não faça parte da nossa vida, mas deveríamos falhar mais ainda.
Falhar em mais áreas diferentes, para que possamos ser recompensados quando conseguirmos alcançar o sucesso.
Não há recompensa pela atividade repetitiva frequente.
Digamos que você sempre conseguiu abrir um pote sem dificuldade por toda sua vida.
A doença chegou, você perdeu força e agora não consegue mais executar uma atividade tão trivial.
Após muito tempo, você se recupera e finalmente consegue abrir o pote sem receber nenhuma ajuda.
Tenho certeza que será como se tivesse ganhado o maior prêmio do mundo.
Falhar é abrir caminho para novas oportunidades de conquista e recompensa.
Não falhar é ser passageiro em um cargueiro a caminho da inutilidade.